O Banco de Portugal deu um passo firme na promoção da literacia financeira: Finanças em Ação. Foi assinado um protocolo com a Católica Porto Business School para criar um jogo digital educativo. A iniciativa surge no seguimento do concurso “Economia para Tod@s”.
O objetivo é simples, mas ambicioso: ensinar economia de forma divertida. A aposta recai num jogo interativo que simula situações reais do dia a dia financeiro. Com esta ferramenta, os jovens poderão aprender enquanto se divertem.
O jogo digital chama-se “Finanças em Ação” e promete cativar os mais novos. Além disso, marca uma nova abordagem pedagógica. Assim, o Banco de Portugal reforça o seu papel como agente ativo na educação financeira nacional.
Banco de Portugal investe no futuro dos jovens
Com um investimento de 39.480 euros, o Banco de Portugal mostra que não basta falar. É preciso agir. Este montante será usado para desenvolver um jogo que une educação e tecnologia. Uma mistura poderosa para atrair a atenção dos jovens.
Dessa forma, o foco está na aprendizagem prática. O jogo traz desafios e simulações inspiradas em situações reais. Desde a gestão do orçamento familiar até decisões sobre poupança e crédito, nada fica de fora.
Ao apostar nesta iniciativa, o Banco quer ir além das salas de aula. Quer chegar aos jovens onde eles estão: no digital. Afinal, é aí que o mundo gira hoje.
Jogo digital quer ensinar de forma simples com o Finanças em Ação
A educação financeira não tem de ser complicada. Pelo contrário, deve ser clara, prática e acessível. É exatamente isso que “Finanças em Ação” pretende fazer. Um jogo com linguagem simples e desafios concretos.
Através da interatividade, os jovens aprendem sem se aperceber. Jogam, decidem, erram e corrigem. E, no meio disso tudo, desenvolvem competências essenciais para a vida adulta.
Portanto, este modelo educativo, mais dinâmico, aproxima a teoria da realidade. E é esse o trunfo do projeto: transformar o ensino da economia numa experiência envolvente e útil.
Escolas ganham nova ferramenta pedagógica
As escolas vão sair beneficiadas com este projeto. O jogo será uma ferramenta complementar ao ensino tradicional. Professores poderão utilizá-lo como apoio às suas aulas de economia ou cidadania.
Para os alunos, a experiência será enriquecedora. Em vez de apenas ouvir, vão participar ativamente. E isso faz toda a diferença no processo de aprendizagem.
Além disso, o jogo promove o espírito crítico. Ajuda os jovens a tomar decisões conscientes e a perceber o impacto das suas escolhas financeiras. Um ganho para a escola, para a família e para a sociedade.
Literacia financeira ainda é um desafio em Portugal
Apesar de alguns avanços, Portugal ainda tem níveis baixos de literacia financeira. Muitos jovens chegam à idade adulta sem saber gerir o seu dinheiro. Por isso, iniciativas como esta são urgentes.
O Banco de Portugal quer mudar esse cenário. Com “Finanças em Ação”, aposta num formato moderno para chegar a mais pessoas. Porque aprender finanças não deve ser um bicho de sete cabeças.
Por fim, o desafio agora é envolver toda a comunidade educativa. Famílias, professores e instituições devem caminhar lado a lado. Só assim se constrói uma sociedade financeiramente consciente e preparada.
Recomendado para si:
- Novo Governo Denuncia: Contas Públicas Estão Piores
- Redes Sociais e Saúde Mental: O Impacto nos Jovens
Simulações financeiras para decisões do dia a dia
O grande trunfo do jogo está na proximidade com a realidade. Os jovens vão enfrentar simulações que refletem situações comuns. Desde escolher entre gastar ou poupar, até decidir como gerir um crédito.
Estas experiências virtuais ajudam a perceber consequências reais. Com cada escolha, o jogador vê o impacto direto no seu orçamento. E isso ensina muito mais do que apenas teoria.
Além disso, o jogo promove a autonomia. Cada decisão conta, e o jogador sente que está ao leme da sua vida financeira. Uma aprendizagem prática que fica para o futuro.
Jogo educativo Finanças em Ação vai além da economia tradicional
“Finanças em Ação” não se limita aos temas clássicos da economia. Vai mais longe e aborda conceitos como sustentabilidade financeira, consumo responsável e gestão de risco.
Esta abordagem mais ampla prepara os jovens para um mundo complexo. Ensina a olhar para as finanças de forma integrada, percebendo a ligação entre dinheiro, valores e escolhas de vida.
Com isso, o jogo forma cidadãos mais informados e conscientes. Porque saber de finanças não é apenas fazer contas, é saber decidir com responsabilidade.
Tecnologia como aliada da educação financeira
A tecnologia está no centro desta iniciativa. O jogo será desenvolvido com uma lógica digital-first, adaptado ao universo dos jovens. Interface moderna, navegação intuitiva e conteúdo atrativo.
Dessa forma, esta aposta tecnológica aproxima a educação financeira da nova geração. Os jovens já vivem online — por isso, nada melhor do que ensinar onde eles se sentem confortáveis.
Além disso, o digital permite escalar o impacto. O jogo pode ser facilmente disponibilizado a escolas, centros educativos e até famílias. Uma ferramenta acessível a todos, sem barreiras geográficas.
Banco de Portugal reforça missão social
Este projeto mostra que o Banco de Portugal vai muito além do papel de regulador. Assume um compromisso claro com a educação e com o bem-estar financeiro dos cidadãos.
Ao patrocinar “Finanças em Ação”, o Banco posiciona-se como agente transformador. Um exemplo de como as instituições públicas podem contribuir para uma sociedade mais informada.
Mais do que um jogo, esta iniciativa representa uma visão de futuro. Uma aposta clara no conhecimento como base da liberdade financeira.

Conclusão: Finanças em Ação é mais do que um jogo — é um investimento no futuro
“Finanças em Ação” chega numa altura certa e necessária. Portugal precisa de jovens mais preparados para enfrentar os desafios económicos. E este jogo digital pode ser a chave para essa mudança.
Ao juntar tecnologia, pedagogia e literacia financeira, o projeto ganha força. Envolve os jovens, motiva os professores e traz as famílias para o debate. Um verdadeiro esforço coletivo.
O Banco de Portugal, com esta iniciativa, mostra que acredita na educação como motor de progresso. Porque ensinar finanças é preparar para a vida. E isso, sim, é uma aposta com retorno garantido.

